Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.

quarta-feira, 21 de março de 2018

Ribatejano que se preze...

... compõe a sua horta.

Finalmente a hortelã apresenta-se verde e viçosa, as cepas já têm os primeiros rebentos, começam a aparecer as flores ao limoeiro.

Hoje foi altura de plantar as primeiras mudas.

1300 couves de diversas espécies
1100 alfaces roxas
200 tomateiros chucha
200 pés de courgette


E para não me chamarem de mentiroso, todas as quantidades devem ser divididas por 100, já que o minha quinta não conta com mais de 12 metros quadrados.



quarta-feira, 7 de março de 2018

Está lá?

Penso muitas vezes com os meus botões como será possível que ainda exista alguém neste mundo que me considere seu amigo.

Devo ser, actualmente, o tipo mais ausente de todo o mundo no que toca às amizades. Sou sobejamente calão para não pegar no telemóvel e dar nem que seja um simples toque, para saberem que ainda estou neste mundo. Mandar uma mensagem já é um esforço enorme e falar então é mesmo o descalabro.

Tenho uma definição muito própria sobre a amizade e especialmente sobre os amigos. Devo-os ter ainda por esse mundo fora, embora os interesses que nos proporcionaram os laços de amizade, há muito que desapareceram. Falar de quê passados todos estes anos? Da vida que é tão igual às deles? Do clima? Do mundo?

E o mais impressionante é que alguns desses amigos agem da mesma forma comigo. Nem sequer se dão ao trabalho de responder, quando tiro uns momentos de descanso da caloice.



quinta-feira, 1 de março de 2018

Não resisti...

... a publicar mais uma fantástica canção da banda Galandum Galundaina, na nossa segunda língua oficial, o mirandês.






terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

O que há por cá

Confesso que ultimamente sei mais de música brasileira do que na nossa própria. prova disso é o que vou encontrando no youtube:


Um país tão pequeno, música de tão boa qualidade e eu distraído. Raios...



quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Caloice

A caloice invade-me nos dias que correm. Não me refiro ao meu emprego, nem sequer às minhas tarefas caseiras (um pouco talvez), nem sequer às minhas actividades desportivas. Refiro-me à minha aptidão para a escrita (embora às vezes duvide da capacidade) que me faz afastar cada vez mais da vida blogueira.

Recentemente reli alguns textos que escrevi em tempos para complementar este blogue. Uns foram publicados, outros ficaram como projectos a serem continuados um dia, naquele caderno onde a minha letra tão feia se mistura com ideias, a meu ver até bem interessantes. Histórias que na altura pareciam seguir o caminho da felicidade mas que, com o passar do tempo e cada vez mais, tenho a certeza que a tristeza será o fim ideal.

Esta minha mania de conversar comigo próprio, criando histórias, monólogos, diálogos até, tem claramente um contra, prova de que a caloice é real: muito do que escrevo mentalmente, jamais passará para o papel. [neste momento interrompo o texto por causa de uma música que gosto bastante] Possivelmente outros grandes escritores já tiveram momentos assim (é claro que não me quero comparar a quem quer que seja), passando depois a ter momentos de uma criatividade insuperável, ao ponto de a registarem devidamente.

Já perdi a conta ao número de vezes que escrevi que este blogue sempre foi uma tentativa de provar a mim próprio a capacidade de criar. Talvez a oportunidade de lançar ao mundo a ideia que afinal até tenho algum valor. Talvez apenas uma tentativa de chamar a atenção de alguém, frustrada talvez, não contando porém com aqueles incautos que se martirizam ao passar por aqui mais do que uma vez e ao qual a minha modéstia pessoa agradece.

[é aqui que a caloice me ataca com ferocidade]

E prontes... cá fica mais uma actualização. Triste actualização...




quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Ultimamente...

... tem morrido tanto artista, agora foi a vez da Madalena Iglésias. Ainda por cima tudo gente nova.


terça-feira, 16 de janeiro de 2018