Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Voltas que a blogosfera proporciona... ou qualquer título mais interessante

Já perdi a conta ao número de vezes que já abandonei este espaço e que prometi a mim mesmo, igual número de vezes, continuar com actualizações constantes.

Constante é a minha falta de interesse pela blogosfera. Se no início publicar era desafiante, tantas vezes confundida com obsessão, ultimamente é mais um fardo que um gosto. Este blogue há muito que deixou de ter interesse para as minhas aventuras literárias virtuais, porém, cá volto de quando em vez para saber as novidades.

A blogosfera transformou-se, tal como já o "profetizou" o amigo Pinguim, que acabou por abandonar o seu espaço virtual, referência para mim e para tantos outros. Só agora compreendo esse compincha e tenho que lhe dar inteira razão.

É claro que alguns resistentes continuam o seu trabalho. Acreditam ainda conseguirem fazer a diferença. Se alguns o conseguem, outros, tal como eu, acabarão por perceber que a moda dos blogues já passou. O mundo é facebookiano, só interessam as frases curtas, quantas vezes escritas com erros ortográficos e com a duração máxima de cinco minutos, o tempo mais que suficiente para se esquecer o que foi escrito pois outra barbaridade tornou-se entretanto novidade.

Ficam algumas amizades que nasceram virtualmente e felizmente se tornaram reais. Não quero ferir ninguém mas cabe-me referir o amigo Pinguim e o amigo Mark, pessoas de gerações tão diferentes da minha mas que, vendo bem as coisas, me completam e me satisfazem. Agradeço aos dois, como agradeço àqueles que mesmo desprevenidamente me foram acompanhando e que agora só são memórias, boas memórias.

É claro que este texto parece uma carta de despedida, mas é um gosto que não vou dar ainda ao mundo virtual. É meu interesse continuar com este espaço, embora sem a obrigação moral de o tornar um diário da minha existência, apenas mais uma forma de comunicar ao mundo, quando me seja favorável.

Para terminar esta minha intervenção relembro o Jantar de Bloggers deste ano, que está a ser organizado por um certo Adolescente e que acontecerá no próximo dia 15 de Outubro no centro de Lisboa, ao que parece. (deve ser para eu não ter lugar de estacionamento gratuito rsrsrs só para saber o que é viver na cidade grande)

Um bem-haja e até à próxima!




quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Jantar de blogues'16

Parece que já estão a organizar mais um, após 2 anos de interrupção.

Mais informações aqui.

Só participei no de 2013 e adorei. O melhor é conhecer quem está por trás dos blogues que acompanho.

Que seja um evento que se leve a bom porto.


terça-feira, 2 de agosto de 2016

Fruta da época



Confesso que a fruta da época preferida é sem dúvida a melância.


Fresca


 Doce


Boa para levar para a praia


Sumarenta


Comem-se as pevides


E com a casca que sobra até se faz compota.


Alguém ainda duvida que eu adoro melância? rsrsrs


domingo, 24 de julho de 2016

Cair a ficha

Expressão popular que significa entender alguma coisa tardiamente ou lembrar-se subitamente de algo. (br)


É claro que é um tema a explorar, mas por enquanto fica só assim, amanhã voltarei para o desenvolver.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Um Ribatejano enganado


CUIDADO QUANDO FIZEREM COMPRAS PELA INTERNET
NÃO SE DEIXEM ENGANAR




segunda-feira, 11 de julho de 2016


terça-feira, 21 de junho de 2016

momentos

Aos poucos os raios de sol que espreitavam pelas portadas entreabertas foram enchendo o quarto de luz. Acordou e manteve-se aconchegado entre as almofadas, tentando abrir os olhos embora a vontade fosse de mantê-los fechados.

Lembrava-se agora dos momentos que vivera na noite passada. O toque, o cheiro, os gemidos prazenteiros que se originavam naquela cama, os beijos doces, lábios que se tocaram. Tudo acabou antes da meia-noite do dia anterior, quando o motivo de tão agradáveis momentos abandonou a cena.

Mantinha-se ali, deitado entre as almofadas, imaginando que àquela hora ele estaria a acordar, talvez abraçado à mulher com quem casara.