Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Janela

Pela janela perco o meu olhar nos campos que estão à minha frente. Quase sinto os frutos a crescerem no meio do verde das folhas de centenas de árvores, que cobrem quase todo o espaço disponível. As abelhas continuam os seus afazeres, ajudando a natureza a formar tais frutos que um dia se tornarão fonte de riqueza.

Lá no alto a floresta de eucaliptos que cobre o topo do monte, uma autêntica barreira de um verde escuro bem marcado. E os postes que transportam a electricidade dão o ar de modernidade ao campo onde repousam e se sustêm.

É assim a vista da minha janela, a vista que muda constantemente, contrariando o observador, que se deixa ficar, alheio à mudança, criando raízes.

10 comentários:

João Roque disse...

Gostei.
E também gostava de saber quem assinalou esta postagem com a reacção de "parvo", embora tenha quase a certeza de quem foi...

N a m o r a d o disse...

Parece-me uma paisagem bonita.

Ribatejano disse...

João Roque

Como dizem no Brasil, "tô nem aí".

Ribatejano disse...

Namorado

Não é má, tem o seu encanto.

Francisco disse...

Tens uma vista gira ;)

Eolo disse...

É desta que voltas Ribatejano?

Mark disse...

Bonito texto.

Deixa-me só dizer que, embora costume brincar contigo às vezes tratando-te por "tolo", não fui eu que dei o "parvo" ali na reacção. O texto está muito giro.

Ribatejano disse...

Francisco

Pelo menos muda, o que é positivo.

Ribatejano disse...

Eolo

Eu estou sempre presente. Às vezes não parece.

Ribatejano disse...

Mark

Se fosses tu teria sido um enorme prazer receber tal classificação. Sei bem que o podes fazer directamente. rsrsrs