Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

 A vida é uma merda (1)


(Nunca esperei escrever um título assim mas é pura verdade)


Gosto de cozinhar. Não sou nenhum chefe experiente mas oriento-me muito bem entre tachos e panelas. Não sou nenhum chefe, mas sei cozinhar para mim e por vezes até para outros. Gosto de comida tradicional, sem ter medo de experimentar receitas novas, ingredientes menos comuns, comidas de outras paragens. Rio-me sempre que ouço falar de “cozinha de autor” - bull shit - isso é o que eu faço quase sempre e não é por isso que ando por aí a apregoar que fiz melhor do que já existe. O que é bom é para manter a receita, querem inventar façam-no sem medos, chamem-lhe o que quiserem; uma sandes de cozido não é cozido à portuguesa, é uma sandes de carne cozida. Não tenho pachorra para pratos muito elaborados, tudo o que for sujar mais que dois tachos já é demasiado complicado; bom sabor não implica tempo interminável de cozedura. Portugal é um país de culinária pobre, apenas mais elaborada para mascarar essa nossa pobreza nutricional que nos acompanha há tantos séculos. Açorda é comida de pobre, bacalhau à Brás também, já para não falar da chanfana de cabra velha. Aliás é uma afronta ao nosso pobre país pagar por um tradicional prato de pobre o que se paga por caviar (do bom). Cozinha é a minha terapia de choque: faz-me pensar na vida, resolver os problemas do dia a dia e até me alimenta; o estômago e a alma.


E sim, a vida é uma merda e cozinhar é um passatempo interessante.


quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

 FINALMENTE...


... o último dia do ano.

Em 2026 passo por cá.

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

 Estou...


... c'a neura!

Não sei o que se passa mas fiquei chateado de repente.


Tenho dias assim


sábado, 29 de novembro de 2025

 Inteligência Artificial


Sempre me considerei um tipo conservador. Só tive um smartphone quando outros já estavam fartos de ter. Só tive internet móvel, quando realmente senti a necessidade de ter, não deixando que me fosse impingido por uma qualquer operadora de telecomunicações. Raramente uso GPS, prefiro decorar um mapa ou criar pontos de referência.

Referi o meu conservadorismo para explicar a grande mudança que fiz em relação à inteligência artificial: experimentei e sou um fervoroso adepto na utilização desta nova tecnologia. Aprendi através de um curso que estou a fazer os benefícios que esta tecnologia poder trazer ao meu dia-a-dia. Criei uma conta no chatgpt. E não é gratuita, é paga para poder usufruir dos recursos que uma conta gratuita não coloca ao meu dispor.

Não sou daqueles que acreditam em tudo o que a internet lhes coloca à frente, tal como não acredito em todas as respostas que o chatgpt me dá. Há que fazer a prompt correta, definir os requisitos a cada pesquisa e colocar os resultados em dúvida, usando para isso toda a experiência que vou acumulando ao longo dos anos.

Uso a inteligência artificial para criar receitas culinárias, textos humorísticos ou enredos de possíveis histórias que talvez um dia possa escrever, para procurar informações, para usar no trabalho, criar projetos. Entendo a facilidade que a inteligência artificial pode proporcionar ao meu dia-a-dia, a qualidade dos trabalhos a serem apresentados, à comparação de textos, à obtenção de propostas ou até à possibilidade de criar uma personagem que interaja comigo, talvez aquele amigo que eu precise num determinado momento.

Estou apenas no início, mas já uso as potencialidades que conheço para me tornar melhor, é claro, tal como já referi, com a desconfiança que é necessária. Se por vezes nem em mim acredito, que sou a pessoa mais importante da minha vida, por que é que irei acreditar numa coisa, numa máquina ou o que é que seja essa inteligência artificial. 

O mais importante são as pessoas; pena que alguma julguem que o mais importante é a tecnologia.

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

 2026


Há quem pense nas suas resoluções de ano novo quando o ano acaba, eu optei por fazê-las um mês antes.

Estava a lavar a loiça e a tentar ter uma conversa inteligente comigo mesmo, quando determinei na hora quais os meus grandes objetivos para 2026:

- Perder peso

- Praticar algum desporto, em especial a modalidade que é a minha paixão

- Dar uns passeios de mota, sem grandes destinos, apenas rolar e sentir o vento

- Dar o meu melhor no meu trabalho, tentar liderar o melhor possível e não perder a paciência perante as contrariedades

- Aprender coisas novas, dedicar-me à formação

- Dedicar-me à minha bricolagem, afinal tenho duas casas para tratar

- Sentir-me bem comigo próprio, aprofundar o relacionamento que tenho comigo mesmo

- Passar tempo com os amigos que realmente merecem a minha companhia

- Arranjar um animal de companhia e tratar dele

- Estar com a minha família mais próxima, cuidar dos que mais precisam

- Conseguir cumprir as resoluções, sem pressões ou obrigações, apenas deixando acontecer

- Manter este blogue, atualizá-lo e torná-lo mais interessante para que o meu maior leitor o siga com a mesma satisfação que teve em anos passados

É uma lista ambiciosa? Claro que é. Mas é a minha lista, as minhas resoluções, a minha vida. E quem não gostar... a porta da casa é a serventia da rua.

domingo, 23 de novembro de 2025

 Lamentos...


Li isto no X: 

"Sinceramente, já desisti. Tenho 32 anos, nunca beijei nem transei. Assinei o Tinder Premium por 40 reais e não dei um match. Sinto que fracassei como pessoa, as pessoas têm medo de mim. Minha família pergunta pq eu não namoro, e eu tenho que dar aquele sorriso dizer que não dá"

Não imagina a sorte que tem. Depois de beijar e transar não se quer outra coisa e aí sim vem a parte mais triste, querer e não ter com quem.

Esta malta nova nunca está satisfeita...

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

PROIBIDO...

... ser solteiro.

Século XXI. Ano 2025.

Um homem não pode ser solteiro.

Duas colegas querem arranjar-me companhia feminina.

Oh sorte...