"Quem parte e reparte e fica com a pior parte ou é burro ou não tem arte"
Não tem nada a ver com o que me vai no pensamento agora mas facilmente o alteraria. Não o farei pois acusar-me-iam de ser o habitual lamechas do universo blogosférico.
Poderia dar mil e uma pistas, como diz o povo, a verdade é que nem vale a pena perder tempo com isso, pois os entendedores das meias palavras facilmente chegarão à conclusão que uma vez mais me encontro no tão gasto tema das minhas publicações.
Ter sorte e não a procurar é sem sombra de dúvida o que mais por aqui passa. Já buscar a sorte é algo que me transcende, tanto que nem sequer a consigo alcançar.
Quando finalmente encontro uma razão aparentemente viável para mudar de assunto, logo há um embate em sentido contrário, deitando por terra todas as ambições e incertezas futuras. Só resta levantar-me da poltrona e mudar de canal à mão, pois parece que o comando apesar de ter pilhas novas, pára sempre no mesmo canal e já estou a ficar farto de sentir as mesmas imagens.
Restam-me as lamechices, as lágrimas virtuais, os sonhos azarados, as palavras lançadas ao vento, esperando que as leve a algum lugar em que por magia tudo mude. Se bem que a magia só acontece em alguns sonhos, tudo não passa de uma simples ilusão, tão bem representada por quem sabe da poda.
PS: Felizes são os que têm gatos, pelo menos com esses há a certeza de que serão sempre selvagens. Fazem-se apenas de domesticados, só para enganar os papalvos dos donos e apreciadores.
Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.
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domingo, 7 de setembro de 2014
sábado, 17 de março de 2012
Também fui às sortes
Para o Brasil - sortes é sinónimo de tropa (termo antigo usado no rectângulo luso).
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