... é que sempre que quero cozinhar algo novo me faltam sempre ingredientes.
Hoje vinguei-me, crepes ficam igualmente bons mesmo não levando leite.
Mai nada!
Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
Pormenores
Trabalho
A crise levou-me uma boa parte do trabalho. Sinto falta daquela pressão a que estava habituado. Agora quanto menos faço maior é a vontade de menos fazer. Não é preguiça, é apenas desmotivação.
Verão
Chegou ao fim oficialmente. Gosto do Outono pois é nesta época que o tempo fica mais fresco. A chuva faz maravilhas e é-nos tão necessária. Ok, não preciso que chova já amanhã, nem durante a semana, mas quero que venha, pois o pó já chateia.
Casa
Aos poucos lá vou terminando o que à muito estava em espera. Posso assim pensar em novos projectos, em novas ideias, em formas de ocupar o tempo disponível que irei ter.
Vida
Contínua na mesma. Casa-trabalho-casa-trab... O caminho é sempre o mesmo. A rotina não tem desvios. E quando abro a porta de casa, está o espaço à minha espera... apenas o espaço.
Amigos
Quanto baste. Embora muitas vezes ache que preciso de mais. Mas no final chego sempre à mesma conclusão: não há tempo para todos... ou simplesmente não os há.
Amor
Palavra de quatro letras que no sentido inverso resulta numa capital europeia, uma das mais bonitas do velho continente, embora nunca tenha lá estado para comprovar. Nas palavras cruzadas pode significar o nome de uma fruta, que tanto gosto, uma vez que não se usa acentuação. Pouco mais há a dizer.
Internet
Busca incessante por novas ideias, pessoas, temas. Infelizmente a política invade os locais que gosto de visitar, como se mais nada houvesse para contar. As mensagens são sempre iguais. A publicidade sempre sem interesse.
Ribatejano
Contínua na mesma como a lesma, já diz o velho ditado. Nú... à espera que algo aconteça.
A crise levou-me uma boa parte do trabalho. Sinto falta daquela pressão a que estava habituado. Agora quanto menos faço maior é a vontade de menos fazer. Não é preguiça, é apenas desmotivação.
Verão
Chegou ao fim oficialmente. Gosto do Outono pois é nesta época que o tempo fica mais fresco. A chuva faz maravilhas e é-nos tão necessária. Ok, não preciso que chova já amanhã, nem durante a semana, mas quero que venha, pois o pó já chateia.
Casa
Aos poucos lá vou terminando o que à muito estava em espera. Posso assim pensar em novos projectos, em novas ideias, em formas de ocupar o tempo disponível que irei ter.
Vida
Contínua na mesma. Casa-trabalho-casa-trab... O caminho é sempre o mesmo. A rotina não tem desvios. E quando abro a porta de casa, está o espaço à minha espera... apenas o espaço.
Amigos
Quanto baste. Embora muitas vezes ache que preciso de mais. Mas no final chego sempre à mesma conclusão: não há tempo para todos... ou simplesmente não os há.
Amor
Palavra de quatro letras que no sentido inverso resulta numa capital europeia, uma das mais bonitas do velho continente, embora nunca tenha lá estado para comprovar. Nas palavras cruzadas pode significar o nome de uma fruta, que tanto gosto, uma vez que não se usa acentuação. Pouco mais há a dizer.
Internet
Busca incessante por novas ideias, pessoas, temas. Infelizmente a política invade os locais que gosto de visitar, como se mais nada houvesse para contar. As mensagens são sempre iguais. A publicidade sempre sem interesse.
Ribatejano
Contínua na mesma como a lesma, já diz o velho ditado. Nú... à espera que algo aconteça.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Novidade
Desde que tomo as minhas próprias opções de vida, que a praia está fora delas. Nunca achei muita piada àquela quantidade de água, ainda mais sabendo que nunca a conseguiria controlar. E o caso de quase me ter afogado à 20 anos atrás, fortaleceu ainda mais essa vontade de lá não voltar.
Gosto do mar e da costa portuguesa, mas não me via a atirar-me às ondas. Além do mais, como sempre vivi em sítios cujo risco de inundação só se for ao estilo Noéniano, nunca precisei de aprender a nadar (acho que já nem sei sequer como se boia (lol).
Acontece que ultimamente o mar me tem chamado. Tem-me atraído a ele. E eu, como menino bem mandado, lá tenho cedido à sua tentação.
Ontem fui à praia e estive lá quase uma hora a molhar os pés. Hoje voltei ao mesmo local e as horas multiplicaram-se. Levei um livro que há muito está para ler e o meu caderno de apontamentos, para anotar as ideias malucas que vêm à mente. Aproveitei ainda para me banhar naquele imenso Atlântico, que tanta importância teve, tem e continuará a ter para este velho rectângulo luso.
Talvez uma das maiores mudanças recentes na minha vida. Como se tivesse necessidade de reiniciar novos momentos. Sentir novas sensações. Sei lá... ser/ter um novo eu.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Carta
Meus dias continuam iguais. No trabalho vejo as mesmas pessoas. No caminho o habitual casario, cujas moradas nem sempre alojam quem quer que seja. Mal roda a chave na fechadura, volto ao meu mundo particular. As paredes, que mantenho quase imaculadamente brancas, protegem o verdadeiro "eu".
Ligo o rádio e tocam as velhas músicas, na mesma estação de rádio que ouço por todo o lado. Mudo para o disco compacto e volto a ouvir as melodias e letras já decoradas. Já nem ligo a televisão. Já não vejo filmes, tão antigos ou quase, quanto as músicas que ouço.
A única ligação ao mundo é virtual. É nesse universo que me torno diferente, apesar de sermos por lá, praticamente todos iguais. Crio nomes, perfis, ideias, sonhos e uma vez por outra, algo que se pode assemelhar com sentimentos. Não conheço quase ninguém mas estranhamente, quase não consigo viver sem elas.
Bastam pedaços de imagem, sons quase irreconhecíveis, palavras quantas vezes abreviadas e até dialectos diferentes. Tudo é importante quando o desejo de comunicar é muitas vezes levado acima das necessidades mais básicas.
É a esperança de encontrar, que me faz ansiar tais momentos. Procuro o desconhecido e tal como na vida real, reencontro tantos pelos mais recônditos cantos desse mundo virtual. Mudam os nomes, mas os utilizadores não mudam. Sei quem são, pois tantas vezes já ti aqueles discursos corriqueiros.
Neste momento, em que escrevo estas palavras, estou afastado.Ainda consigo separar os dois mundos. E o real é ainda tantas vezes tão agradável que o preciso de sobrepor aos meus desejos e ânsias. Por outro lado desejo que o tempo passe e eu corra para o virtual e publique os meus escritos.
De nada me servem que fiquem guardados num qualquer arquivo, à espera que alguém um dia os encontre. Já que o virtual existe, há que explorá-lo o mais possível. Pois manter os dois mundos intocáveis é cada vez mais difícil, mas não é impossível.
Ligo o rádio e tocam as velhas músicas, na mesma estação de rádio que ouço por todo o lado. Mudo para o disco compacto e volto a ouvir as melodias e letras já decoradas. Já nem ligo a televisão. Já não vejo filmes, tão antigos ou quase, quanto as músicas que ouço.
A única ligação ao mundo é virtual. É nesse universo que me torno diferente, apesar de sermos por lá, praticamente todos iguais. Crio nomes, perfis, ideias, sonhos e uma vez por outra, algo que se pode assemelhar com sentimentos. Não conheço quase ninguém mas estranhamente, quase não consigo viver sem elas.
Bastam pedaços de imagem, sons quase irreconhecíveis, palavras quantas vezes abreviadas e até dialectos diferentes. Tudo é importante quando o desejo de comunicar é muitas vezes levado acima das necessidades mais básicas.
É a esperança de encontrar, que me faz ansiar tais momentos. Procuro o desconhecido e tal como na vida real, reencontro tantos pelos mais recônditos cantos desse mundo virtual. Mudam os nomes, mas os utilizadores não mudam. Sei quem são, pois tantas vezes já ti aqueles discursos corriqueiros.
Neste momento, em que escrevo estas palavras, estou afastado.Ainda consigo separar os dois mundos. E o real é ainda tantas vezes tão agradável que o preciso de sobrepor aos meus desejos e ânsias. Por outro lado desejo que o tempo passe e eu corra para o virtual e publique os meus escritos.
De nada me servem que fiquem guardados num qualquer arquivo, à espera que alguém um dia os encontre. Já que o virtual existe, há que explorá-lo o mais possível. Pois manter os dois mundos intocáveis é cada vez mais difícil, mas não é impossível.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
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