Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Venha 2016


Que o Natal já passou. Ufa!



quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

terça-feira, 22 de dezembro de 2015


(Para que não se diga que não tenho espírito natalício.)

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Poemas por acabar

Recordando o teatro de revista e o quadro da Lisboa antiga e da Lisboa moderna:

Eu sou a Lisboa antiga
Do pregão e da varina.
        Eu sou a Lisboa moderna
        Com uma puta a cada esquina.

Eu sou a Lisboa antiga
Na nobreza e casa do rei.
        Eu sou a Lisboa moderna
        Em cada lar há hoje um gay.

Eu sou a Lisboa antiga
Da beleza e verdade pura.
        Eu sou a Lisboa moderna
        Não sou virgem e gosto da dita dura.


Já estão mesmo a ver o caminho que a coisa estava a seguir. Parei de imediato e só não deitei fora as quadras porque sou demasiado maluco para isso. Pode ser que um dia eu termine os versos.




sábado, 12 de dezembro de 2015