Sai uma música para dançar e esquecer as tristezas!
Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
E se a minha vida...
... fosse tão colorida como a minha culinária?!
O meu almoço
Gosto de cor na minha comida. Gosto do odor que invade a casa. Adoro o sabor que fica nas minhas papilas gustativas.
Não gosto de comida gourmet. Pratos avançados. Pequenas doses que não alimentam. Não tenho Jeito para enfeitar pratos, pois a arte não nasceu comigo.
Prefiro pratos simples. Fáceis de preparar. Com ingredientes que estejam à mão.
Gostava de ter quem os provasse... É o preço de morar na parvónia.
Épicos
Sou fã de filmes épicos.
Gosto da monumentalidade que rodeia um bom filme, seja ele histórico ou de fantasía. Os grandes heróis têm o seu lugar no imaginário de cada um de nós.
Ontem decidi deixar a choradeira de lado (um dia eu explico) e optei por um bom filme no canal Hollywood. Alexandre, O Grande. Não se trata de fantasia pois o herói Macedónio existiu, tendo construído um dos maiores impérios de todos os tempos. Morreu novo, antes dos 33 anos.
Sendo uma personagem histórica, já sabemos à partida qual vai ser o seu fim, o seu destino. Mesmo assim, é de ficar com os olhos colados na tela, a observar os pormenores, que apesar de nem estarem todos documentados, acredito serem o mais fiéis possível, tendo em consideração o que se conhece da sociedade da altura.
É conhecido, pelos relatos históricos, que aos grandes heróis eram atribuídos grandes feitos e muito se conhece sobre a vida dos mesmos. Mesmo os heróis de fantasia. Recordo Aquiles, que muito é falado no filme. Aquiles e o seu famoso calcanhar, a única parte do seu corpo vulnerável. Aquiles é conhecido também pelo seu amor a Pátroclo. E foi por ele que morreu em Tróia.
Alexandre não foi diferente de um dos seus grandes heróis. É conhecido o seu amor por Heféstion e por ele morreu também. Talvez este desfecho seja a fantasia que o personagem desejou, porque o mais certo é ter sido envenenado por um dos seus pares, em busca de glória e poder, que só Alexandre tinha.
O filme em sim é bastante interessante e como já disse, cola os olhos à tela. É claro que se nota a realização tipicamente americana. Talvez por serem os mais avançados nas técnicas ou simplesmente por assim o quererem. Os filmes americanos são maioritariamente realizados como se fosse o espírito americano sempre o herói principal. No meio de todas as adversidades há sempre uma réstia de esperança.
Uma nota final para a interpretação de Sir Anthony Hopkins. Que há a dizer? Qualquer filme com este grande senhor já ganha só pela sua presença.
Arte na Grécia antiga
Gosto da monumentalidade que rodeia um bom filme, seja ele histórico ou de fantasía. Os grandes heróis têm o seu lugar no imaginário de cada um de nós.
Ontem decidi deixar a choradeira de lado (um dia eu explico) e optei por um bom filme no canal Hollywood. Alexandre, O Grande. Não se trata de fantasia pois o herói Macedónio existiu, tendo construído um dos maiores impérios de todos os tempos. Morreu novo, antes dos 33 anos.
Mosaico de Alexandre com o seu cavalo Bucéfalo
Sendo uma personagem histórica, já sabemos à partida qual vai ser o seu fim, o seu destino. Mesmo assim, é de ficar com os olhos colados na tela, a observar os pormenores, que apesar de nem estarem todos documentados, acredito serem o mais fiéis possível, tendo em consideração o que se conhece da sociedade da altura.
Colin Farrell, o actor que protagoniza o grande herói
É conhecido, pelos relatos históricos, que aos grandes heróis eram atribuídos grandes feitos e muito se conhece sobre a vida dos mesmos. Mesmo os heróis de fantasia. Recordo Aquiles, que muito é falado no filme. Aquiles e o seu famoso calcanhar, a única parte do seu corpo vulnerável. Aquiles é conhecido também pelo seu amor a Pátroclo. E foi por ele que morreu em Tróia.
A educação de Aquiles, por James Barry
Alexandre não foi diferente de um dos seus grandes heróis. É conhecido o seu amor por Heféstion e por ele morreu também. Talvez este desfecho seja a fantasia que o personagem desejou, porque o mais certo é ter sido envenenado por um dos seus pares, em busca de glória e poder, que só Alexandre tinha.
Cartaz cinematográfico (2004)
O filme em sim é bastante interessante e como já disse, cola os olhos à tela. É claro que se nota a realização tipicamente americana. Talvez por serem os mais avançados nas técnicas ou simplesmente por assim o quererem. Os filmes americanos são maioritariamente realizados como se fosse o espírito americano sempre o herói principal. No meio de todas as adversidades há sempre uma réstia de esperança.
Uma nota final para a interpretação de Sir Anthony Hopkins. Que há a dizer? Qualquer filme com este grande senhor já ganha só pela sua presença.
Anthony Hopkins no papel de Ptolomeu
Arte na Grécia antiga
segunda-feira, 18 de março de 2013
Tea Time
Sou um chazeiro quase profissional.
A minha carta de chás conta já com uma incríveis 16 qualidades. O que vai reinando ainda é o chá verde (chá verde, chá verde + chá branco, chá verde com menta). Entre as variedades estão a camomila, o funcho, a cidreira, barbas de milho e hoje comprei videira vermelha.
Desde que comprei a cafeteira eléctrica que o chá passou a ser a bebida mais consumida aqui por casa. As refeições acompanho-as com chá. Foi assim ao almoço e assim foi ao jantar. E lá mais para a frente lá vou repetir a dose.
A minha carta de chás conta já com uma incríveis 16 qualidades. O que vai reinando ainda é o chá verde (chá verde, chá verde + chá branco, chá verde com menta). Entre as variedades estão a camomila, o funcho, a cidreira, barbas de milho e hoje comprei videira vermelha.
Desde que comprei a cafeteira eléctrica que o chá passou a ser a bebida mais consumida aqui por casa. As refeições acompanho-as com chá. Foi assim ao almoço e assim foi ao jantar. E lá mais para a frente lá vou repetir a dose.
quarta-feira, 13 de março de 2013
Francisco
Este blogue deseja ao novo chefe da Igreja católica um bom pontificado. Muitos desafios herdou, que os saiba resolver com decisões acertadas.
Vou estar de olho. LOL
terça-feira, 5 de março de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Actualidade católica
Confesso que um quarto de século de João Paulo II fez com que fosse mais difícil de aceitar Bento XVI. A ligação do papa polaco a Fátima tornou-se a meu ver, uma das maiores "alianças" do ultimo século e ultrapassar esse facto foi de certo modo muito complicado para mim. Apesar de João Paulo II ter sido o terceiro papa da minha vida, foi sem dúvida aquele que mais me influenciou. Jurei para mim mesmo nunca mais esquecê-lo, pois foi o homem clerical que mais mudou o mundo recente.
Em 2010 percebi finalmente que Bento XVI não era a pessoa que os jornalistas "pintavam". Que se poderia esperar de um alemão que teve que "alinhar" com a política do seu país, mesmo que com ela não concordasse? Sempre foi e sempre será assim. Conheço pessoas que pertenceram à Mocidade Portuguesa e no entanto são extraordinárias.
Fátima, considerada por muitos o "altar do mundo", abençoou Bento XVI. Foi nesse momento que percebi que o homem com cara estranha de vestes brancas afinal era um tesouro na Igreja Católica. Muito se disse sobre as suas intervenções. Disse o que tinha a dizer e ainda bem que o fez, pois mostrou que a Igreja Católica está ao nível de todas as outras, especialmente as mais radicais. Não se pode dizer o que quer que seja sobre o Alcorão, mas pode-se atacar a Bíblia à vontade? E quantos não fazem fortuna à conta dela?
Escândalos sempre existiram e foram cometidos muitos erros no passado. Afinal, esta Igreja é constituída por homens. E os homens não são perfeitos, porque se o fossem talvez o mundo já tivesse terminado de vez. E Bento XVI teve que gerir a situação. Tal como se fosse qualquer outro chefe de estado que tenha herdado suspeitas de corrupção e crimes imperdoáveis.
A necessidade de se escolher um papa com alguma rapidez após o falecimento de João Paulo II, ditou o destino de um pensador já de idade avançada. Dizem por aí que a seguir a um bom papa vem normalmente um mais fraquito. Essa ideia falhou com João XXIII e com Bento XVI, que foram realmente pessoas que muito mudaram no topo da Igreja Católica. Muitos dirão que foi pouco, mas já diz o velho ditado "Roma e Pavia não se fizeram em um dia".
Bento XVI ficará na história como um papa que soube quais as suas limitações, principalmente físicas e exigentes para os dias de hoje, que resignou para o bem de tão importante instituição universal. Não esperamos que um homem de 86 anos ande a jogar ténis ou a fazer maratonas, mas esperamos sim que possa ter a força necessária para levantar a mão e dar um murro na mesa, se necessário.
Esperei até hoje para comentar aqui este assunto, pois só agora me sinto livre para o fazer. Fechou-se um ciclo na Igreja Católica, em breve outro se iniciará. Não espero que o próximo papa faça tudo o que considero correcto, espero sim que tome decisões que melhor reumam o consenso de todos. Pois o papa não está lá para nos agradar, está lá para nos ensinar que o mundo pode ser melhor, mesmo que para isso se demore mais do que esperamos.
Obrigado Bento XVI.
Em 2010 percebi finalmente que Bento XVI não era a pessoa que os jornalistas "pintavam". Que se poderia esperar de um alemão que teve que "alinhar" com a política do seu país, mesmo que com ela não concordasse? Sempre foi e sempre será assim. Conheço pessoas que pertenceram à Mocidade Portuguesa e no entanto são extraordinárias.
Fátima, considerada por muitos o "altar do mundo", abençoou Bento XVI. Foi nesse momento que percebi que o homem com cara estranha de vestes brancas afinal era um tesouro na Igreja Católica. Muito se disse sobre as suas intervenções. Disse o que tinha a dizer e ainda bem que o fez, pois mostrou que a Igreja Católica está ao nível de todas as outras, especialmente as mais radicais. Não se pode dizer o que quer que seja sobre o Alcorão, mas pode-se atacar a Bíblia à vontade? E quantos não fazem fortuna à conta dela?
Escândalos sempre existiram e foram cometidos muitos erros no passado. Afinal, esta Igreja é constituída por homens. E os homens não são perfeitos, porque se o fossem talvez o mundo já tivesse terminado de vez. E Bento XVI teve que gerir a situação. Tal como se fosse qualquer outro chefe de estado que tenha herdado suspeitas de corrupção e crimes imperdoáveis.
A necessidade de se escolher um papa com alguma rapidez após o falecimento de João Paulo II, ditou o destino de um pensador já de idade avançada. Dizem por aí que a seguir a um bom papa vem normalmente um mais fraquito. Essa ideia falhou com João XXIII e com Bento XVI, que foram realmente pessoas que muito mudaram no topo da Igreja Católica. Muitos dirão que foi pouco, mas já diz o velho ditado "Roma e Pavia não se fizeram em um dia".
Bento XVI ficará na história como um papa que soube quais as suas limitações, principalmente físicas e exigentes para os dias de hoje, que resignou para o bem de tão importante instituição universal. Não esperamos que um homem de 86 anos ande a jogar ténis ou a fazer maratonas, mas esperamos sim que possa ter a força necessária para levantar a mão e dar um murro na mesa, se necessário.
Esperei até hoje para comentar aqui este assunto, pois só agora me sinto livre para o fazer. Fechou-se um ciclo na Igreja Católica, em breve outro se iniciará. Não espero que o próximo papa faça tudo o que considero correcto, espero sim que tome decisões que melhor reumam o consenso de todos. Pois o papa não está lá para nos agradar, está lá para nos ensinar que o mundo pode ser melhor, mesmo que para isso se demore mais do que esperamos.
Obrigado Bento XVI.
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