Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Desafio

5:20h da madrugada e cá estou eu de volta do blogue. Desta vez aceitei o desafio do Francisco (que foi desafiado também pela Margarida) e colocar aqui fotografias de livros que tenha a ver com o blogue.

Não é fácil mas aqui vai:

RIBATEJO

Relembro sempre esta série da qual tenho alguns exemplares

É claro que a minha alma é ribatejana... os cornos... pois... sou touro de signo (tudo a ver).

OESTE

Falar do Oeste e não falar da pêra rocha, o ouro da zona seria imperdoável

Ok ok... este oeste fica bem para lá do Atlântico, mas às vezes penso que cá fazia falta um herói deste calibre

Eu tentei... mas ao contrário de outros blogues, escolher livros que identifiquem este canto é mais complicado (poderia seguir o caminho mais fácil, mas como diz a publicidade "não seria a mesma coisa").



quarta-feira, 5 de junho de 2013

A primeira vez

Devia ter os meus 14 anos. Foi em casa que experimentei de novo. Tinha tentado anos antes mas não consegui pelo que me sentia algo inseguro. Era mais velho que eu mas eu gostava e era o que estava à disposição.

Achei que seria a altura ideal para dar o grande passo. Saí de casa e olhei a rua. Tomei coragem e avancei. As primeiras tentativas foram algo estranhas mas depois habituei-me. Houve lágrimas, sangue, dor. Mas de uma vez por todas fui até ao fim e aguentei-me bem.

Desde então não parei. Andar de bicicleta é sem dúvida um dos meus passatempos favoritos.

Quando...

... acordei já não estavas a meu lado.

A noite deve ter sido um pouco agitada, pois a almofada estava no chão.


sexta-feira, 31 de maio de 2013

Relação aberta?!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Escritos de outros tempos

Há quinze anos atrás andava por Coimbra. Estudei lá e por lá morei, claro. Os interesses eram outros e a poesia apenas mitigava as saudades que eu tinha dos tempos de menor de idade, em que a responsabilidade era muito menor, principalmente em relação aos estudos bem como a distância da família.

Não era preciso muito para encontrar motivos para escrever. Os intervalos ou os tempos livres eram muita vezes passados a compor. Tinha alguma felicidade em ter alguns colegas que gostavam do que eu escrevia, quantas vezes de forma mais humorística ou apaixonada.

Ando de volta de um velho dossier, onde guardo muito do que escrevi naquela altura. Nele guardo folhas de ponto, papel quadriculado, versos passados à máquina de escrever. Devo ter inclusivé coisas escritas em guardanapos ou toalhas de mesa. Pensava eu na altura que era poeta... hoje já não tenho tanta certeza.

Este poema que aqui deixo foi escrito de propósito para uma apresentação de poetas populares em que fui participante, se a memória não me falha. Eu tinha 20 anos... e muito a aprender.

Mote

Não batam palmas
Peço-vos por favor
Pois sou um poeta
Que escreve a sua dor

Glosas

Gosto de escrever
O que me vai na alma
Escrevo para quem entender
Por isso não batam palmas

Escrevo para que o mundo mude
Escrevo contra a guerra e a dor
Não aplaudam, por minha saúde
Peço-vos por favor

Eu tenho um sonho
Tenho de atingir uma meta
Em poucas palavras tudo ponho
Pois sou um poeta

O silêncio vale ouro
Seja em que terra for
Não passo de um simples poeta
Que escreve a sua dor

Julho-1998


Foi escrito à noite, a minha mais fiel aliada na altura. Quinze anos passaram e muitos dos sonhos que escrevia na altura não se concretizaram... nem acontecerá.




domingo, 26 de maio de 2013

Encontrei um texto delicioso...

... que publiquei no meu blogue anterior. Estava perdido ali num velho caderno e eu já tinha pensado jamais voltar a encontrá-lo. E ainda recordo a crítica, na altura muito interessante, de um certo "pinguim".



Gosto de ti quando te convido para entrares no meu espaço. Espaço que passa a ser nosso. Gosto de ti, quando te dispo e com muito carinho te toco suavemente. Quando os meus dedos te encontram e se entrelaçam. Gosto de ti, quando te pego e te deito no leito já quente que preparei momentos antes. Aos poucos, com o aumento da temperatura, vais-te abrindo. E contínuo a mexer, imaginando a satisfação e prazer que me proporcionarás. Gosto de ti, enquanto odores se misturam, aumentando o meu desejo. E quando finalmente ficas pronto e molhadinho, delicio-me. E como se uma vez não bastasse, repito várias vezes. E tu, sereno, lá me vais saciando. Como eu gosto de ti. Deixas-me satisfeito e a pensar no nosso próximo encontro.

Não sei se haverá alguém que goste tanto de ti como eu. ADORO-TE ARROZ!!!

Ribatejo, 22-01-2011 (10:24h)


Existem memórias...

... que nunca deverão ser esquecidas.

O dia de hoje ficará guardado num lugarzinho especial.