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quinta-feira, 1 de março de 2018
Não resisti...
... a publicar mais uma fantástica canção da banda Galandum Galundaina, na nossa segunda língua oficial, o mirandês.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
O que há por cá
Confesso que ultimamente sei mais de música brasileira do que na nossa própria. prova disso é o que vou encontrando no youtube:
Um país tão pequeno, música de tão boa qualidade e eu distraído. Raios...
Um país tão pequeno, música de tão boa qualidade e eu distraído. Raios...
terça-feira, 3 de maio de 2016
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
sábado, 12 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Momento musical
Para aqueles que já tinham saudades das minhas "pérolas" musicais, deixo aqui uma das músicas que andam a povoar as minhas células cinzentas.
Tenho visto ultimamente partes do filme "O último dos moicanos" (ainda não consegui ver o filme na totalidade) do qual esta música faz parte da banda sonora. A gaita de foles é sem sombra de dúvida um dos meus instrumentos favoritos, só ultrapassada pelo meu mais que querido acordeão.
Aproveito para deixar o original também, para que possam, tal como eu apreciar a beleza e a mensagem que nos fica.
terça-feira, 31 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
domingo, 22 de julho de 2012
sábado, 17 de março de 2012
Também fui às sortes
Para o Brasil - sortes é sinónimo de tropa (termo antigo usado no rectângulo luso).
quinta-feira, 1 de março de 2012
Vizinhos
Acabei de vir da rua. Um vizinho meu chamou a polícia. Estou a ouvir Maria Callas e pensaram que eu estrava a maltratar uma mulher. Gente sem cultura.
Ok, inventei... mas bem que pode acontecer.
Ok, inventei... mas bem que pode acontecer.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Decisões
"E havendo Deus acabado a obra que fizera, descansou no sétimo dia."
Génesis 2:2
E também eu descanso de uma semana muito literária.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Ainda actuais as velhas canções
Zeca Afonso... 25 anos passaram... não parece.
Etiquetas:
actualidade,
homenagem,
música
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Projectos inacabados: Escritos
Felicidade saíra daquele lar à bastante tempo. Lar... chamar de lar àquela edificação seria possivelmente errado. Nunca se pôde considerar um verdadeiro lar. O calor não morava naquele espaço fechado. Nem sequer o sol jamais conseguiu aquecer o ar que era respirado. Tristeza instalara-se em definitivo. Tudo parecia ter perdido a razão de existir. As flores não emanavam qualquer odor. Os móveis perdiam a cor, o brilho. As portas emperravam e as janelas custavam a abrir.
Teria que ser feito alguma coisa o mais rápido possível. Havia necessidade de salvar o pouco que existia ou cairia em total esquecimento. Não bastava uma limpeza, uma nova pintura. Era preciso ar fresco, ar novo e quem lá ainda morava, perdia as forças a cada dia que passava.
Cada passo dado pela rua só faziam o tempo passar. O dia a dia era apenas ocupado com as presas da vida moderna. Já nem o emprego era suficientemente satisfatório. Era apenas mais uma rotina, com problemas resolvidos quantas vezes sem conta, sempre da mesma maneira. os colegas eram sombra. Simples "bom dia" e "até amanhã" eram balbuciados. Todos desconhecidos. Todas vidas modernas.
Ao fim de cada dia, o mesmo percurso de volta. Os mesmos lugares estáticos, com vidas próprias, só aproveitadas por alguns. No rádio do carro, as músicas usuais, os cantores usuais, as notícias curriqueiras. E a entrada da casa, sempre igual... seca.
(um dia acabo)
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São 6:45H. Estou a ouvir:
Teria que ser feito alguma coisa o mais rápido possível. Havia necessidade de salvar o pouco que existia ou cairia em total esquecimento. Não bastava uma limpeza, uma nova pintura. Era preciso ar fresco, ar novo e quem lá ainda morava, perdia as forças a cada dia que passava.
Cada passo dado pela rua só faziam o tempo passar. O dia a dia era apenas ocupado com as presas da vida moderna. Já nem o emprego era suficientemente satisfatório. Era apenas mais uma rotina, com problemas resolvidos quantas vezes sem conta, sempre da mesma maneira. os colegas eram sombra. Simples "bom dia" e "até amanhã" eram balbuciados. Todos desconhecidos. Todas vidas modernas.
Ao fim de cada dia, o mesmo percurso de volta. Os mesmos lugares estáticos, com vidas próprias, só aproveitadas por alguns. No rádio do carro, as músicas usuais, os cantores usuais, as notícias curriqueiras. E a entrada da casa, sempre igual... seca.
(um dia acabo)
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São 6:45H. Estou a ouvir:
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Da anterior mensagem
Andei a ouvir mais algumas músicas da Roberta Campos e sinceramente não encontrei mais nenhuma interessante.
Cesinha, por isso gosto de Michel Teló... tem maior quantidade de músicas boas.
Mas estou a ouvir Nando Reis e estou a gostar. E esta hein?!
Cesinha, por isso gosto de Michel Teló... tem maior quantidade de músicas boas.
Mas estou a ouvir Nando Reis e estou a gostar. E esta hein?!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Gente da nossa terra
Eugénia Lima, a rainha do acordeão em Portugal.
Sou fã incondicional do acordeão (sanfona, além Atlântico)
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
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