Este blogue tem conteúdo adulto. Quem quiser continuar é risco próprio; quem não quiser ler as parvoíces que aqui estão patentes, só tem uma solução.
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Caloice

A caloice invade-me nos dias que correm. Não me refiro ao meu emprego, nem sequer às minhas tarefas caseiras (um pouco talvez), nem sequer às minhas actividades desportivas. Refiro-me à minha aptidão para a escrita (embora às vezes duvide da capacidade) que me faz afastar cada vez mais da vida blogueira.

Recentemente reli alguns textos que escrevi em tempos para complementar este blogue. Uns foram publicados, outros ficaram como projectos a serem continuados um dia, naquele caderno onde a minha letra tão feia se mistura com ideias, a meu ver até bem interessantes. Histórias que na altura pareciam seguir o caminho da felicidade mas que, com o passar do tempo e cada vez mais, tenho a certeza que a tristeza será o fim ideal.

Esta minha mania de conversar comigo próprio, criando histórias, monólogos, diálogos até, tem claramente um contra, prova de que a caloice é real: muito do que escrevo mentalmente, jamais passará para o papel. [neste momento interrompo o texto por causa de uma música que gosto bastante] Possivelmente outros grandes escritores já tiveram momentos assim (é claro que não me quero comparar a quem quer que seja), passando depois a ter momentos de uma criatividade insuperável, ao ponto de a registarem devidamente.

Já perdi a conta ao número de vezes que escrevi que este blogue sempre foi uma tentativa de provar a mim próprio a capacidade de criar. Talvez a oportunidade de lançar ao mundo a ideia que afinal até tenho algum valor. Talvez apenas uma tentativa de chamar a atenção de alguém, frustrada talvez, não contando porém com aqueles incautos que se martirizam ao passar por aqui mais do que uma vez e ao qual a minha modéstia pessoa agradece.

[é aqui que a caloice me ataca com ferocidade]

E prontes... cá fica mais uma actualização. Triste actualização...




quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Anedotas


Como estou mais bem disposto do que pode parecer, acabo o dia com uma anedota.


Estava um homem muito descansado num parque de estacionamento entre dois carros a verter águas, até que lhe aparece outro que fica a olhar para ele. Depois de olhar durante um bocado pergunta ao outro com uma voz muito meiga:

- Posso fazer-lhe uma festinha? 
- Ai só me faltava cá mais esta agora... Vai-te embora. 
- Ande lá, só uma festinha, vai ver que se calhar até gosta. 
- Tás aqui tás a levar, vê lá mas é se desapareces antes que eu te dê uns murros. 
- Deixe-me fazer só uma festinha e eu depois vou embora, prometo que não o chateio mais.... - Pronto está bem, faz lá a festa mas depois desapareces! 

Então ele com muito cuidado lá pega no pirilau do homem e de repente começa a apertar, a torcer e a puxar e desata aos berros: 

- Isto é... para tu...aprenderes... a nunca mais... mijares para cima... dos pneus ... do ... meu ... carro !!!

Momento musical

Para aqueles que já tinham saudades das minhas "pérolas" musicais, deixo aqui uma das músicas que andam a povoar as minhas células cinzentas.


Tenho visto ultimamente partes do filme "O último dos moicanos" (ainda não consegui ver o filme na totalidade) do qual esta música faz parte da banda sonora. A gaita de foles é sem sombra de dúvida um dos meus instrumentos favoritos, só ultrapassada pelo meu mais que querido acordeão.

Aproveito para deixar o original também, para que possam, tal como eu apreciar a beleza e a mensagem que nos fica.


domingo, 15 de abril de 2012

Sexo

Vários visitantes perguntam quando é que me debruço sobre o tema "sexo". Na realidade é um tema tão escrito na blogosfera que pretendo que o meu blogue seja diferente, não publicando nada sobre o assunto.


Por outro lado, gosto do que leio nos blogues amigos ou conhecidos. Gosto das fotografias, dos pequenos trechos de vídeo, das músicas explícitas, das histórias, dos momentos, do que vai no cérebro de cada um. Chamem-lhe simples coscuvilhice ou interesse.


Ou seja, fico a pensar que devo ser um retrógrado neste assunto. Fico a pensar que se publicar mais sobre assuntos "picantes", terei efectivamente mais visitas, mais comentários, mais interessados. Ou então estou a fazer uma grande confusão dentro das minhas células cinzentas.


Não tenho interesse em centenas de visitas diárias. Basta-me uma única para sentir que alguém passa por cá (é claro que tenho muitas provas disso). Basta-me uma única visita para sentir que estas letras arrumadas em palavras, que constituem frases, têm algum sentido para mais alguém.


Não tenho experiências sexuais para relatar aqui. São minhas e não para partilhar perante uma multidão virtual. Não me importo de falar delas, mas perante indivíduos que tenham a oportunidade de o fazer também comigo. Frente-a-frente. Sem rodeios. Sem desconfianças.


Porém às vezes também tenho que ceder nas minhas decisões. Confiar um pouco mais no mundo exterior. Dar aos outros aquilo que gosto de receber. Por isso mesmo reuni com os Provedores e expus o assunto. Confiei nos comentários e conselhos que me deram. É bom ter com quem falar.


Após muita reflexão, decidi tomar a inédita decisão de publicar pensamentos, curiosidades ou pequenas histórias sobre sexo. Porém (existe sempre a outra face da moeda) só a partir de 2022, pois preciso de tempo para me preparar e acho que dez anos serão suficientes (que acham?!).


É meio de Abril, três semanas de Primavera já se passaram, é tempo de criar novos objectivos... novas ambições.


É domingo... que seja bom para todos!!!